Seg. Out 14th, 2019

Som Brutal

A casa de todo Metal

NANDO ROSE em Entrevista

3 min read

Nando quero agradecer a tua disponibilidade para dar esta pequena entrevista ao Som Brutal

SB: Vamos começar pelo principio, podes contar como nasceu a tua ligação á música?

NR: Havia uns vizinhos que tinham guitarras e costumávamos nos juntar na escada do prédio a tocar. Como eles já estavam mais avançados acabei por comprar um baixo e dei o meu primeiro concerto com uma banda de Punk chamada Cramp aos 14 anos. Desde essa altura que se tornou a minha maior paixão.

SB: Antes de te seguires uma carreira a solo estiveste envolvido em outros projetos musicais queres contar um pouco como foi?

NR: Tive várias bandas entre o Punk e o Thrash-Metal, ainda continuo a tocar com Autopsya banda que formei em 2006.

SB: És de Lisboa mas foste para Liverpool, isso significou uma grande mudança na tua música ou foi esse o motivo principal para a mudares de lugar?

NR: Na realidade esse foi o motivo principal, queria ter novas experiências, sair do meu conforto para escrever coisas diferentes. Queria também melhorar o meu inglês para assim melhorar as minhas letras.

SB: Como vês a partir de Inglaterra a música em Portugal?

NR: Continuo a acompanhar a cena portuguesa, e de quando em vez vou aí para tocar tanto com Autopsya como a solo. Acho que melhorou , os espaços tem mais condições para as bandas , acredito que muito pelo crescimento das bandas de tributo que me parecem importantes para as casas se manterem monetariamente. No entanto aqui há muito mais espaços com música ao vivo e valorizam mais os músicos.

 SB: Fala-nos agora sobre este teu trabalho a solo, como foi compor/gravar/editar.

NR: Tinha um plano a longo prazo e acabou por me levar uns 5 anos para estar pronto. Propus-me a fazer tudo sozinho ,desde músicas, letras , gravar , produzir, Videoclipe etc… A única coisa que não gravei foi a bateria que foi gravada pelo meu amigo e baterista de Autopsya Tiago Matias.

SB: Todo o teu esforço está a ir de encontro ás tuas expetativas? Está a ser recompensante?

 NR : Até agora está a superar as expectativas, não tinha muito conhecimento na cena musical aqui e sabia que ia ser difícil entrar no meio. Mas tenho tido muitos elogios e convites para entrevistas , concertos etc… Ficam curiosos por não ser daqui e por soar diferente do que se faz por aqui.

 SB: Concertos ao vivo, já tens algumas marcações que possas divulgar?

NR: Tenho algumas datas aqui e estou a negociar uma pequena tour em Portugal provavelmente para ainda antes do verão.

SB: O teu trabalho está a ter uma boa recetividade junto da comunidade do Rock, sentes esse apoio ao teu trabalho?

NR: Os apoiantes de sonoridades mais pesadas tem se mostrado muito receptivos ao meu novo trabalho. Tinha esse receio , de ser julgado por compor algo mais calmo, mas pelo contrário. As pessoas que me conhecem através de Autopsya tem sido as que mais me apoiam partilhando todos os meus posts online e assim ajudando a divulgar a minha nova música.

SB: O futuro da tua carreira passa por permaneceres em Inglaterra ou pretendes um dia regressar de vez a Portugal?

NR: Acredito que passa por Inglaterra embora continue a regressar à Portugal ou outros países para tocar sempre que os convites o justifiquem.

SB: Nando nesta ultima pergunta da nossa curta entrevista queres deixar alguma mensagem aos que te segue e apoiam e aos que agora te começam a conhecer?

NR: Para acabar queria dizer a minha música está em todas as plataformas digitais e para me seguirem nas redes sociais de forma a poderem acompanhar o que estou a fazer.

Muito obrigado, Nando Rose

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