ESPIRAL – A Biografia

Hoje publicamos a Biografia de uma das bandas que mais nos chama actualmente a atenção do som bom que se faz aqui ao nosso lado, mais propriamente em Ceuta.

A história desta banda começa em 2005, quando o verão deu seus últimos golpes, foi nessa altura que este caminho que comemoramos hoje começou. Com a serenidade da idade e decididos dar uma nova nuance ao rock e à música pesada da cidade, que era um pouco difusa na época. Um ano depois, em Dezembro de 2006, apresentaram uma surpresa agradável, o seu primeiro trabalho “Espiral”, com sete de suas composições, que no lançamento deu muitos bons sinais ao ver o pub cheio de amigos, conhecidos e jovens de novas tendências atraídas pelo nosso estilo.

Na mesma linha, a banda evolui para um som mais difícil, talvez menos clássico para os conhecedores, mas mais pessoal. Na primavera de 2009, o seu segundo álbum “Contratiempos” viu a luz no Salão Café de Ceuta com uma grande exibição de média e ilusões que em breve resultariam na forma de contrato com uma gravadora de grandes dimensões que, para diferentes circunstâncias, não prosperou. As ilusões estavam definidas, o capital e o tempo investidos logo cobraram seu preço. A banda sucumbiu ao “medo do palco” envolvida em poder chegar ao largo mais uma vez deixou as bases da banda a tremer de receio. A confusão sobre a responsabilidade e dedicação que isso implicava nos levou a uma parada temporária com a rejeição de sete datas em diferentes províncias da Península Ibérica.

Recuperada a calma e o desejo de continuar a fazer boa música, a banda continuou dando mais espectáculos na cidade para iniciar um novo período de composição do que seria o terceiro e último álbum até hoje, “Scars”. Este álbum foi forjado com a intenção de adquirir um novo compromisso e reafirmar os fundamentos do som Spiral, criando assim uma lacuna com o guitarrista José Luis Domínguez, que em 2012 acabou deixando a banda. Como quarteto e Jorge no segundo violão, as músicas foram consolidadas e decidimos começar a gravá-las, já que o cantor da banda viajou para a península para trabalhar por tempo indeterminado. Em Dezembro de 2013, as seis novas músicas foram gravadas com um som mais vigoroso, atrasando a edição e publicação até o final de 2014, onde o álbum “Cicatrices” foi lançado.

Em 2015, uma nova adição a José Luis Corrales na guitarra deu força à banda e, acima de tudo, motivação para continuar, apesar dos inconvenientes como o colapso do local do ensaio, servindo como estímulo para as apostas nos ensaios. Em Outubro de 2016, a actividade ao vivo foi retomada no I Oktober Fest, realizado na sua cidade, e um mês depois no concurso de música Ceuta Suena. Mas a saída de Jorge por motivos de trabalho para outra cidade causou a perda da direcção da banda e, com ela, a deterioração do ritmo dos ensaios. Um novo local, o investimento em seu condicionamento superou a saudade e a nostalgia que a distância tinha colocado no seu caminho, tomando a decisão de procurar um novo vocalista no mês de Janeiro de 2018. Dias depois, depois de publicar um anúncio no Nas redes sociais, entramos em contacto com quem hoje é a voz da banda, Alberto Mateos, um grande conhecido da cena do metal como componente da formação do final dos anos 80, Tharna.

Quase por acaso, essa união com a banda representa uma mudança radical no humor. Um repertório baseado nas composições dos três álbuns é criado rapidamente com a contribuição de alguma versão. Algumas das composições são retocadas para adaptá-las ao disco vocal de Alberto e, com alguns meses de ensaio, participamos do mês de Agosto no I Park Music Festival, na cidade de Ceuta. Após esse espectáculo que marcou a estreia do novo vocalista, a associação Séptimo Infierno HMC, entrou em contacto com a banda propondo a abertura do espectáculo que planeava para 1º de Dezembro de 2018, com a banda portuguesa Attick Demons. O acordo foi rapidamente fechado e os ESPIRAL assumiram o compromisso de abrir o espectáculo, o que significava um aumento no ritmo de ensaios. Em maio de 2019, participaram da apresentação do álbum pela banda local Inferno, com um novo espectáculo com uma óptima entrada.

Um mês depois, começaram a gravar o quarto álbum nos estúdios Tritón, em Ceuta, com Francis Aliaga como director, terminando em Dezembro com o que será o novo álbum da banda. Enquanto estávam no estúdio de gravação, participaram de uma nova apresentação ao vivo no Va por Ti Agus Festival, que ocorreu em Outubro.
Actualmente, a banda está preparando o lançamento de seu quarto álbum e promete muitas novidades.

Espirais são:
Alberto Mateos: Voz
Luis Zapater: guitarra solo
José Luis Corrales: Guitarra Rítmica
Rogelio Mateo: Baixo
Antonio Jurado: Bateria

https://www.facebook.com/espiral.ceuta

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